Central Nuclear Lagoa Verde

A Central Nuclear de Lagoa Verde é a única central nuclear de geração de energia do México. Encontra-Se no município de Grande Lucero, de Gutiérrez Bairros, achado no Estado de Veracruz. Conta com uma perícia de 1640 MW instalada em duas unidades geradoras de 820 MW elétricos cada uma. É certificada na entidade reguladora nuclear do México, a Comissão Nacional de Segurança Nuclear e Salvaguardas. A central é de propriedade de CFE (Comissão Federal de Eletricidade), e é operado e administrado pela mesma por meio da Gerência de Centrais Nucleoeléctricas.

Além do mais, está sujeito à supervisão de organismos internacionais e nacionais, que têm como objetivo proporcionar que cumpra com as regulamentações necessárias pra operar de forma segura. A central nuclear está sobre a costa do Golfo do México, no km 42.5 da avenida federal Cardel-florestas temperadas predomina o carvalho, na cidade de Ponta Limão, município de Grande Lucero, de Gutiérrez Bairros, no estado de Veracruz. Conta com uma área de 370 hectares; está 60.Oito km ao nordeste da cidade de Xalapa, 72 km ao noroeste da Cidade de Veracruz e a 272 km a noroeste da Cidade do México.

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O centro urbano mais próximo da central avenida terrestre, é Palma Sola, estado de Veracruz. Relatórios apoiados por cientistas e pesquisadores como José Ortiz Puxado (presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, fundada em 1956) e o dr. Nabor Carrillo Flores, apontados como prováveis locais de instalação, o Distrito Federal, Monterrey e Chihuahua. Mais tarde, em 1966, a Comissão Federal de Eletricidade, iniciou-se um estudo de viabilidade para a instalação de uma planta nucleoeléctrica no México.

CFE mostrou com a assessoria do Grupo de Análise de Decisões de Stanford Research Institute. Cerca de outubro do mesmo ano, foram citados como possíveis lugares: Valle de Bravo, Apasco e na primeira vez, Lagoa Verde. Em 1968, formalizou diante o presidente Gustavo Díaz Ordaz, a solicitação pra instalação de uma central com um reator de 654MWe em Laguna Verde, no estado de Veracruz.

Durante 1969, foi exercido o concurso para receber a licitação do reator e o gerador da turbina. Um ano mais tarde começou a recepção de propostas, entretanto a modificação de governo (Luis Echeverría tomou posse em primeiro de dezembro de 1970) entorpeció o procedimento.

Foi até o ano de 1972 foi o que decidiu acelerar o projeto. Em maio, foi assinado o contrato com a General Electric pra compra do reator e com a Mitsubishi para a do gerador da turbina. Em agosto do mesmo ano, começaram os trabalhos de engenharia.

Em janeiro de 1978, os EUA suspendeu o fornecimento de urânio enriquecido pro México, alegando não ter chegado a um acordo para a transferência de tecnologia, nem no processamento da energia nuclear. O principal problema foi que o México não estava disposto a dar pros Estados unidos

Central de Lagoa Verde e que, Estados unidos temia, podiam ser usados pra fabricação de armas nucleares. Contudo, levantou-se quase um ano depois, quando se permitiu a uma equipe do nação norte-americano pra visitar as instalações e serviços do Laguna Verde. Em 1982, um recorte orçamentária diminuiu o ritmo de construção da primeira unidade e suspendeu temporariamente a obra pela unidade 2. Durante os anos de 1986 e 1987, se visibilizaron as primeiras manifestações sérias contra a construção e operação da central nuclear. Em 2007, CFE assinou um concurso com a Iberdrola e a Alstom pra melhorar a prática em 20% (o equivalente a 255MW) e variar as turbinas eólicas.